quarta-feira, 29 de abril de 2015
A dor de não ser...
Como pode doer tanto??? Uma dor aziante, que sufoca e refluxa. Os olhos hoje marejados, lançam pequenas e solitárias lágrimas silenciosas, olhos calejados do choro de agora e de antes, por chorar o dilaceramento da alma... O grito que cala... o nó na garganta expressa mais que qualquer palavra... palavras de tristeza e frustração, que desesperam ao sentir a vida deixando as entranhas... a água que purifica, agora escorre implacável pelo ralo... sem retorno, sem esperança de um talvez... leva o amor que haveria, que houve... por puro instinto.
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